Para lá
junho 2, 2011
Em silêncio sombrio faço as malas, a angústia grita por mim;
Não existe voz para as marcas do passado que não voltará;
Sobraram lembranças boas dos dias de sol;
Lembranças essas que me fazem chorar;
Tenho o amor que me sustenta, mas a distância gera o pânico
Ali, irei assistir, observar
Calcular a cura, a recuperação
O retorno do sorriso, da felicidade
Será que você vai voltar?
Sei apenas que refarei as malas, e, no mesmo silêncio voltarei!